Quinta-feira, Setembro 25, 2008

Parecido não?

Quarta-feira, Setembro 10, 2008

Estrela da Morte - O Começo

Tem uma certa pessoa que está ansiosa pelo começo dos testes do acelerador de partículas (LHC).



(Esta montagem foi feita às pressas e porcamemente, porque segundo Alan Moore, milhares de pessoas também tiveram essa mesma idéia ao mesmo tempo... Só não queria ficar pra trás!)

Segunda-feira, Setembro 08, 2008

Mente doentia = Mente criativa

Chuck Palahniuk (autor de Clube da Luta, Choke, Lullaby ) é um cara muito foda! Ainda lembro da explosão de meu cérebro quando eu assisti ao Clube da Luta.
Fazendo minhas visitas diárias ao blogs bacanas da NET, encontrei um conto desse escritor fantástico.
Foi no blog Roppongi Club que eu encontrei tal conto e esta descrição:
"Diz a lenda que 35 pessoas desmaiaram durante sessões de leitura do conto nos EUA, devido ao seu conteúdo extremamente caótico."
Então é isso... Leiam e não tentem fazer isso em casa ou em hipótese alguma!

GUTS

Inspire.

Inspire o máximo de ar que conseguir. Essa estória deve durar aproximadamente o tempo que você consegue segurar sua respiração, e um pouco mais. Então escute o mais rápido que puder.

Um amigo meu aos 13 anos ouviu falar sobre “fio-terra”. Isso é quando alguém enfia um consolo na bunda. Estimule a próstata o suficiente, e os rumores dizem que você pode ter orgasmos explosivos sem usar as mãos. Nessa idade, esse amigo é um pequeno maníaco sexual. Ele está sempre buscando uma melhor forma de gozar. Ele sai para comprar uma cenoura e lubrificante. Para conduzir uma pesquisa particular. Ele então imagina como seria a cena no caixa do supermercado, a solitária cenoura e o lubrificante percorrendo pela esteira o caminho até o atendente no caixa. Todos os clientes esperando na fila, observando. Todos vendo a grande noite que ele preparou.

Então, esse amigo compra leite, ovos, açúcar e uma cenoura, todos os ingredientes para um bolo de cenoura. E vaselina.

Como se ele fosse para casa enfiar um bolo de cenoura no rabo.

Em casa, ele corta a ponta da cenoura com um alicate. Ele a lubrifica e desce seu traseiro por ela. Então, nada. Nenhum orgasmo. Nada acontece, exceto pela dor.
Então, esse garoto, a mãe dele grita dizendo que é a hora da janta. Ela diz para descer, naquele momento.

Ele remove a cenoura e coloca a coisa pegajosa e imunda no meio das roupas sujas debaixo da cama.

Depois do jantar, ele procura pela cenoura, e não está mais lá. Todas as suas roupas sujas, enquanto ele jantava, foram recolhidas por sua mãe para lavá-las. Não havia como ela não encontrar a cenoura, cuidadosamente esculpida com uma faca da cozinha, ainda lustrosa de lubrificante e fedorenta.

Esse amigo meu, ele espera por meses na surdina, esperando que seus pais o confrontem. E eles nunca fazem isso. Nunca. Mesmo agora que ele cresceu, aquela cenoura invisível aparece em toda ceia de Natal, em toda festa de aniversário. Em toda caça de ovos de páscoa com seus filhos, os netos de seus pais, aquela cenoura fantasma paira por sobre todos eles. Isso é algo vergonhoso demais para dar um nome.

As pessoas na França possuem uma expressão: “sagacidade de escadas.” Em francês: esprit de l’escalier. Representa aquele momento em que você encontra a resposta, mas é tarde demais. Digamos que você está numa festa e alguém o insulta. Você precisa dizer algo. Então sob pressão, com todos olhando, você diz algo estúpido. Mas no momento em que sai da festa….
Enquanto você desce as escadas, então - mágica. Você pensa na coisa mais perfeita que poderia ter dito. A réplica mais avassaladora.

Esse é o espírito da escada.

O problema é que até mesmo os franceses não possuem uma expressão para as coisas estúpidas que você diz sob pressão. Essas coisas estúpidas e desesperadas que você pensa ou faz.
Alguns atos são baixos demais para receberem um nome. Baixos demais para serem discutidos.
Agora que me recordo, os especialistas em psicologia dos jovens, os conselheiros escolares, dizem que a maioria dos casos de suicídio adolescente eram garotos se estrangulando enquanto se masturbavam. Seus pais o encontravam, uma toalha enrolada em volta do pescoço, a toalha amarrada no suporte de cabides do armário, o garoto morto. Esperma por toda a parte. É claro que os pais limpavam tudo. Colocavam calças no garoto. Faziam parecer… melhor. Ao menos, intencional. Um caso comum de triste suicídio adolescente.
Outro amigo meu, um garoto da escola, seu irmão mais velho na Marinha dizia como os caras do Oriente Médio se masturbavam de forma diferente do que fazemos por aqui. Esse irmão tinha desembarcado num desses países cheios de camelos, na qual o mercado público vendia o que pareciam abridores de carta chiques. Cada uma dessas coisas é apenas um fino cabo de latão ou prata polida, do comprimento aproximado de sua mão, com uma grande ponta numa das extremidades, ou uma esfera de metal ou uma dessas empunhaduras como as de espadas. Esse irmão da Marinha dizia que os árabes ficavam de pau duro e inseriam esse cabo de metal dentro e por toda a extremidade de seus paus. Eles então batiam punheta com o cabo dentro, e isso os faziam gozar melhor. De forma mais intensa.

Esse irmão mais velho viajava pelo mundo, mandando frases em francês. Frases em russo. Dicas de punhetagem.

Depois disso, o irmão mais novo, um dia ele não aparece na escola. Naquela noite, ele liga pedindo para eu pegar seus deveres de casa pelas próximas semanas. Porque ele está no hospital.

Ele tem que compartilhar um quarto com velhos que estiveram operando as entranhas. Ele diz que todos compartilham a mesma televisão. Que a única coisa para dar privacidade é uma cortina. Seus pais não o vem visitar. No telefone, ele diz como os pais dele queriam matar o irmão mais velho da Marinha.

Pelo telefone, o garoto diz que, no dia anterior, ele estava meio chapado. Em casa, no seu quarto, ele deitou-se na cama. Ele estava acendendo uma vela e folheando algumas revistas pornográficas antigas, preparando-se para bater uma. Isso foi depois que ele recebeu as notícias de seu irmão marinheiro. Aquela dica de como os árabes se masturbam. O garoto olha ao redor procurando por algo que possa servir. Uma caneta é grande demais. Um lápis, grande demais e áspero. Mas escorrendo pelo canto da vela havia um fino filete de vela derretida que poderia servir. Com as pontas dos dedos, o garoto descola o filete da vela. Ele o enrola na palma de suas mãos. Longo, e liso, e fino.

Chapado e com tesão, ele enfia lá dentro, mais e mais fundo por dentro do canal urinário de seu pau. Com uma boa parte da cera ainda para fora, ele começa o trabalho.
Até mesmo nesse momento ele reconhece que esses árabes eram caras muito espertos. Eles reinventaram totalmente a punheta. Deitado totalmente na cama, as coisas estão ficando tão boas que o garoto nem observa a filete de cera. Ele está quase gozando quando percebe que a cera não está mais lá.

O fino filete de cera entrou. Bem lá no fundo. Tão fundo que ele nem consegue sentir a cera dentro de seu pau.

Das escadas, sua mãe grita dizendo que é a hora da janta. Ela diz para ele descer naquele momento. O garoto da cenoura e o garoto da cera eram pessoas diferentes, mas viviam basicamente a mesma vida.

Depois do jantar, as entranhas do garoto começam a doer. É cera, então ele imagina que ela vá derreter dentro dele e ele poderá mijar para fora. Agora suas costas doem. Seus rins. Ele não consegue ficar ereto corretamente.

O garoto falando pelo telefone do seu quarto de hospital, no fundo pode-se ouvir campainhas, pessoas gritando. Game shows.

Os raios-X mostram a verdade, algo longo e fino, dobrado dentro de sua bexiga. Esse longo e fino V dentro dele está coletando todos os minerais no seu mijo. Está ficando maior e mais espesso, coletando cristais de cálcio, está batendo lá dentro, rasgando a frágil parede interna de sua bexiga, bloqueando a urina. Seus rins estão cheios. O pouco que sai de seu pau é vermelho de sangue.

O garoto e seus pais, a família inteira, olhando aquela chapa de raio-X com o médico e as enfermeiras ali, um grande V de cera brilhando na chapa para todos verem, ele deve falar a verdade. Sobre o jeito que os árabes se masturbam. Sobre o que o seu irmão mais velho da Marinha escreveu.

No telefone, nesse momento, ele começa a chorar.

Eles pagam pela operação na bexiga com o dinheiro da poupança para sua faculdade. Um erro estúpido, e agora ele nunca mais será um advogado.

Enfiando coisas dentro de você. Enfiando-se dentro de coisas. Uma vela no seu pau ou seu pescoço num nó, sabíamos que não poderia acabar em problemas.

O que me fez ter problemas, eu chamava de Pesca Submarina. Isso era bater punheta embaixo d’água, sentando no fundo da piscina dos meus pais. Pegando fôlego, eu afundava até o fundo da piscina e tirava meu calção. Eu sentava no fundo por dois, três, quatro minutos.
Só de bater punheta eu tinha conseguido uma enorme capacidade pulmonar. Se eu tivesse a casa só para mim, eu faria isso a tarde toda. Depois que eu gozava, meu esperma ficava boiando em grandes e gordas gotas.

Depois disso eram mais alguns mergulhos, para apanhar todas. Para pegar todas e colocá-las em uma toalha. Por isso chamava de Pesca Submarina. Mesmo com o cloro, havia a minha irmã para se preocupar. Ou, Cristo, minha mãe.

Esse era meu maior medo: minha irmã adolescente e virgem, pensando que estava ficando gorda e dando a luz a um bebê retardado de duas cabeças. As duas parecendo-se comigo. Eu, o pai e o tio. No fim, são as coisas nas quais você não se preocupa que te pegam.
A melhor parte da Pesca Submarina era o duto da bomba do filtro. A melhor parte era ficar pelado e sentar nela.

Como os franceses dizem, Quem não gosta de ter seu cú chupado? Mesmo assim, num minuto você é só um garoto batendo uma, e no outro nunca mais será um advogado.

Num minuto eu estou no fundo da piscina e o céu é um azul claro e ondulado, aparecendo através de dois metros e meio de água sobre minha cabeça. Silêncio total exceto pelas batidas do coração que escuto em meu ouvido. Meu calção amarelo-listrado preso em volta do meu pescoço por segurança, só em caso de algum amigo, um vizinho, alguém que apareça e pergunte porque faltei aos treinos de futebol. O constante chupar da saída de água me envolve enquanto delicio minha bunda magra e branquela naquela sensação.

Num momento eu tenho ar o suficiente e meu pau está na minha mão. Meus pais estão no trabalho e minha irmão no balé. Ninguém estará em casa por horas.

Minhas mãos começam a punhetar, e eu paro. Eu subo para pegar mais ar. Afundo e sento no fundo.

Faço isso de novo, e de novo.

Deve ser por isso que garotas querem sentar na sua cara. A sucção é como dar uma cagada que nunca acaba. Meu pau duro e meu cu sendo chupado, eu não preciso de mais ar. O bater do meu coração nos ouvidos, eu fico no fundo até as brilhantes estrelas de luz começarem a surgir nos meus olhos. Minhas pernas esticadas, a batata das pernas esfregando-se contra o fundo. Meus dedos do pé ficando azuis, meus dedos ficando enrugados por estar tanto tempo na água.

E então acontece. As gotas gordas de gozo aparecem. É nesse momento que preciso de mais ar. Mas quando tento sair do fundo, não consigo. Não consigo colocar meus pés abaixo de mim. Minha bunda está presa.

Médicos de plantão de emergência podem confirmar que todo ano cerca de 150 pessoas ficam presas dessa forma, sugadas pelo duto do filtro de piscina. Fique com o cabelo preso, ou o traseiro, e você vai se afogar. Todo o ano, muita gente fica. A maioria na Flórida.

As pessoas simplesmente não falam sobre isso. Nem mesmo os franceses falam sobre tudo. Colocando um joelho no fundo, colocando um pé abaixo de mim, eu empurro contra o fundo. Estou saindo, não mais sentado no fundo da piscina, mas não estou chegando para fora da água também.

Ainda nadando, mexendo meus dois braços, eu devo estar na metade do caminho para a superfície mas não estou indo mais longe que isso. O bater do meu coração no meu ouvido fica mais alto e mais forte.

As brilhantes fagulhas de luz passam pelos meus olhos, e eu olho para trás… mas não faz sentido. Uma corda espessa, algum tipo de cobra, branco-azulada e cheia de veias, saiu do duto da piscina e está segurando minha bunda. Algumas das veias estão sangrando, sangue vermelho que aparenta ser preto debaixo da água, que sai por pequenos cortes na pálida pele da cobra. O sangue começa a sumir na água, e dentro da pele fina e branco-azulada da cobra é possível ver pedaços de alguma refeição semi-digerida.

Só há uma explicação. Algum horrível monstro marinho, uma serpente do mar, algo que nunca viu a luz do dia, estava se escondendo no fundo escuro do duto da piscina, só esperando para me comer.

Então… eu chuto a coisa, chuto a pele enrugada e escorregadia cheia de veias, e parece que mais está saindo do duto. Deve ser do tamanho da minha perna nesse momento, mas ainda segurando firme no meu cu. Com outro chute, estou a centímetros de conseguir respirar. Ainda sentido a cobra presa no meu traseiro, estou bem próximo de escapar.

Dentro da cobra, é possível ver milho e amendoins. E dá pra ver uma brilhante esfera laranja. É um daqueles tipos de vitamina que meu pai me força a tomar, para poder ganhar massa. Para conseguir a bolsa como jogador de futebol. Com ferro e ácidos graxos Ômega 3.
Ver essa pílula foi o que me salvou a vida.

Não é uma cobra. É meu intestino grosso e meu cólon sendo puxados para fora de mim. O que os médicos chamam de prolapso de reto. São minhas entranhas sendo sugadas pelo duto.
Os médicos de plantão de emergência podem confirmar que uma bomba de piscina pode puxar 300 litros de água por minuto. Isso corresponde a 180 quilos de pressão. O grande problema é que somos todos interconectados por dentro. Seu traseiro é apenas o término da sua boca. Se eu deixasse, a bomba continuaria a puxar minhas entranhas até que chegasse na minha língua. Imagine dar uma cagada de 180 quilos e você vai perceber como isso pode acontecer.

O que eu posso dizer é que suas entranhas não sentem tanta dor. Não da forma que sua pele sente dor. As coisas que você digere, os médicos chamam de matéria fecal. No meio disso tudo está o suco gástrico, com pedaços de milho, amendoins e ervilhas.

Essa sopa de sangue, milho, merda, esperma e amendoim flutua ao meu redor. Mesmo com minhas entranhas saindo pelo meu traseiro, eu tentando segurar o que restou, mesmo assim, minha vontade é de colocar meu calção de alguma forma.

Deus proíba que meus pais vejam meu pau.

Com uma mão, seguro a saída do meu rabo, com a outra mão eu puxo o calção amarelo-listrado do meu pescoço. Mesmo assim, é impossível puxar de volta.

Se você quer sentir como seria tocar seus intestinos, compre uma camisinha feita com intestino de carneiro. Pegue uma e desenrole. Encha de manteiga de amendoim. Lubrifique e coloque debaixo d’água. Então tente rasgá-la. Tente partir em duas. É firme e ao mesmo tempo macia. É tão escorregadia que não dá para segurar.

Uma camisinha dessas é feita do bom e velho intestino.

Você então vê contra o que eu lutava.

Se eu largo, sai tudo.

Se eu nado para a superfície, sai tudo.

Se eu não nadar, me afogo.

É escolher entre morrer agora, e morrer em um minuto.

O que meus pais vão encontrar depois do trabalho é um feto grande e pelado, todo curvado. Mergulhado na água turva da piscina de casa. Preso ao fundo por uma larga corda de veias e entranhas retorcidas. O oposto do garoto que se estrangula enquanto bate uma. Esse é o bebê que trouxeram para casa do hospital há 13 anos. Esse é o garoto que esperavam conseguir uma bolsa de jogador de futebol e eventualmente um mestrado. Que cuidaria deles quando estivessem velhinhos. Seus sonhos e esperanças. Flutuando aqui, pelado e morto. Em volta dele, gotas gordas de esperma.

Ou isso, ou meus pais me encontrariam enrolado numa toalha encharcada de sangue, morto entre a piscina e o telefone da cozinha, os restos destroçados das minhas entranhas para fora do meu calção amarelo-listrado.

Algo sobre o qual nem os franceses falam.

Aquele irmão mais velho na Marinha, ele ensinou uma outra expressão bacana. Uma expressão russa. Do jeito que nós falamos “Preciso disso como preciso de um buraco na cabeça…,” os russos dizem, “Preciso disso como preciso de dentes no meu cu…

Mne eto nado kak zuby v zadnitse.

Essas histórias de como animais presos em armadilhas roem a própria perna fora, bem, qualquer coiote poderá te confirmar que algumas mordidas são melhores que morrer.
Droga… mesmo se você for russo, um dia vai querer esses dentes.

Senão, o que você pode fazer é se curvar todo. Você coloca um cotovelo por baixo do joelho e puxa essa perna para o seu rosto. Você morde e rói seu próprio cú. Se você ficar sem ar você consegue roer qualquer coisa para poder respirar de novo.

Não é algo que seja bom contar a uma garota no primeiro encontro. Não se você espera por um beijinho de despedida. Se eu contasse como é o gosto, vocês não comeriam mais frutos do mar.

É difícil dizer o que enojaria mais meus pais: como entrei nessa situação, ou como me salvei. Depois do hospital, minha mãe dizia, “Você não sabia o que estava fazendo, querido. Você estava em choque.” E ela teve que aprender a cozinhar ovos pochê.

Todas aquelas pessoas enojadas ou sentindo pena de mim.

Precisava disso como precisaria de dentes no cu.

Hoje em dia, as pessoas sempre me dizem que eu sou magrinho demais. As pessoas em jantares ficam quietas ou bravas quando não como o cozido que fizeram. Cozidos podem me matar. Presuntadas. Qualquer coisa que fique mais que algumas horas dentro de mim, sai ainda como comida. Feijões caseiros ou atum, eu levanto e encontro aquilo intacto na privada.
Depois que você passa por uma lavagem estomacal super-radical como essa, você não digere carne tão bem. A maioria das pessoas tem um metro e meio de intestino grosso. Eu tenho sorte de ainda ter meus quinze centímetros. Então nunca consegui minha bolsa de jogador de futebol. Nunca consegui meu mestrado. Meus dois amigos, o da cera e o da cenoura, eles cresceram, ficaram grandes, mas eu nunca pesei mais do que pesava aos 13 anos.

Outro problema foi que meus pais pagaram muita grana naquela piscina. No fim meu pai teve que falar para o cara da limpeza da piscina que era um cachorro. O cachorro da família caiu e se afogou. O corpo sugado pelo duto. Mesmo depois que o cara da limpeza abriu o filtro e removeu um tubo pegajoso, um pedaço molhado de intestino com uma grande vitamina laranja dentro, mesmo assim meu pai dizia, “Aquela porra daquele cachorro era maluco.”
Mesmo do meu quarto no segundo andar, podia ouvir meu pai falar, “Não dava para deixar aquele cachorro sozinho por um segundo…”
E então a menstruação da minha irmã atrasou.

Mesmo depois que trocaram a água da piscina, depois que vendemos a casa e mudamos para outro estado, depois do aborto da minha irmã, mesmo depois de tudo isso meus pais nunca mencionaram mais isso novamente.

Nunca.

Essa é a nossa cenoura invisível.

Você. Agora você pode respirar.

Eu, ainda não.

Quarta-feira, Agosto 06, 2008

As belas achocolatadas do Brasil


     Aqui estamos novamente para mostrarmos falarmos  mais um pouco sobre as achocolatadas! 
Diferentemente de meu amigo Danilo, além de mostrar algumas fotos, também acrescentarei algumas linhas a essa homenagem que estamos fazendo já algum tempo.

 As imagens estão pequenas, mas é só clicar nelas para caso de você querer que as curvas aumentem.
 Ahhhh Juliana Alves... Essa daí muita gente não lembra, mas ela é uma ex-bbb...Enfim, foda-se. O que importa é que ela é gostosa pra caralho! E é uma atriz muito "talentosa" diga-se de passagem. 
   Ahhhh  Débora Nascimento ...  Bem que ela poderia ter aparecido mais no filme do Hulk.
 E quando eu falo "mais", não tem a ver com o tempo, e sim com mais partes do corpo descoberto. 
Puta que me pariu velho... Ela apareceu com o corpinho todo molhado e com uma toalhinha pequenininha que eu fiquei rezando para cair.
        Tá certo que o grau de chocolate dela não é tão alto, mas a gostosura compensa fácil.
Ah meu, não tenho mais nada o que falar... Viaja nas imagens!
Atualizado - 14/08/2008
Como da última vez não estava raciocinando direito (tanto que o texto saiu todo doido) acabei esquecendo de colocar o video que mostra  a abertura de uma novela.
Não assisto novela (é sério)... Mas quando escuto a musiquinha do Skank, vou logo para a sala com a maior cara de sonso dar um bizu nas duas achocolatadas que aparecem!
Ah Papai-do-céu eu quero uma dessa pra mim!

Segunda-feira, Julho 28, 2008

OH.... MY... GOD...!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Puta que pariu velho... Minha cabeça não para de explodir!
Primeiro Homem-de-ferro... Depois Hulk e logo em seguida o mais fodástico de todos, Batman - The Dark Knights.
Este está sendo um ano do caralho para quem é fã de quadrinhos. Parece que Hollywood aprendeu a fazer direito.
Acho que a única coisa que estava faltando mesmo era o respeito aos fãs, personagens e criadores.
E o que é mais foda é que a história não pára por aí.
Vazou o trailer de Wolverine que rolou na maior feira Nerd do mundo, a Comic-con.
Cara, melhor eu não falar nada. Eu tive a mesma reação que o pessoal que estava na exibição teve. A cada personagem e cena que aparecia durante o trailer era um arrepio!
Confere logo essa bagaça aí e fique doido:





E ainda vem mais por aí.
Watchman: Alan Moore que me desculpe, mas parece que dessa vez eles acertaram a mão.
Justiceiro: Assisti ao trailer, e confesso que me surpreendeu. Agora sim parece que o verdadeiro justiceiro vai dar as caras na telona. (E sair no cinema né?)
Com certeza estou esquecendo de algum, mas enfim, por enquanto tá bom não?
Tá ótimo!!!

Ah sim claro... Assisti os vídeos lá no Judão.

Sexta-feira, Julho 18, 2008

Achocolatadas - Internacional

Meu camarada Danilo do “Extraordinário Ordinário Blogger”, após ler um post aqui do Peixe-Cuzeiro, levantou uma idéia que de imediato foi aceita por mim.

A idéia do Danilo é a seguinte. Homenagear todas as mulheres “achocolatas” do Brasil e do mundo.
É isso mesmo... Achocolatadas nacionais, internacionais e desconhecidas (tipo aquelas que aparecem em comerciais, abertura de novela, contra-capa de revistas...).

Ao decidirmos separar as homenageadas por categorias, veio-me de imediato a mente a imagem de uma mulher.

Estava decidido. Primeiro post seria sobre uma achocolatada internacional. Está certo que a segunda casa dela é o Brasil, mas mesmo assim ela ainda se encaixa na categoria internacional.

Sem mais mistérios, Naomi Campbell será a nossa primeira homenageada.

E para você que achou a nossa escolha um pouco estranha (Uma vez que a Naomi não anda muito bem das bolas) assista a esse vídeo do Michael Jackson onde ela aparece toda pitchulinha!



Resumo e comentário (curto) sobre o vídeo:

Michael Jackson ainda com nariz, finge gostar da coisa e com um balanço suave da pélvis tenta seduzir de qualquer maneira a Naomi.

Mas com um olhar mais atento, é possível perceber que, o que o invejoso Michael Jackson realmente quer é competir com a achocolatada em questão, que mexe seus quadris sensualmente como ninguém.

E num ato de desespero ele começa a gemer e dar gritinhos que nem uma bicha louca... uhhhuuuuu Michael Jackson é o cara!!!!

Nota 10 para o clipe, para música, para Michael Jackson e é claro para Naomi maravilhosa Campbell.

ps.: Ainda bem que a Madonna não aceitou fazer esse clipe. Ela é muito bagaceira!
Ps2.: Essa noite sonharei com a Naomi dizendo:
“Just open the door and you will see this passion burns inside of me… Touch me!”

E que venham as brasileiras!!!

Domingo, Julho 06, 2008

Histórias ao quadrado - The Boys


Essa dica vai diretamente para aquelas pessoas que já estão meio que cansadas da mesmice das histórias de super-heróis, mas que, pelo vicio ainda não conseguiram abandonar esse hábito.

De Garth Ennis (Preacher) e Darick Robertson (Thor: Vikings), The Boys (Os rapazes) conta a história de um grupo de pessoas (malucos) que das formas mais inusitadas e bizarras, tentam controlar os meta-humanos do planeta.


Graças ao Blog HQVertigem (que disponibiliza os scans traduzidos até a edição 17) podemos conferir as idéias mais insanas que costumeiramente saem da mente doentia de Ennis. (para quem já leu Preacher sabe do que eu estou falando)

Mentiras, sexo (muito sexo mesmo e das formas mais bizarras) e tramas malucas fazem parte da revista, mas o humor é com certeza a marca registrada de The Boys.


Sabe quando você está reunido com os amigos e do nada começa a surgir histórias e teorias malucas sobre o nada?

Então... The Boys resumidamente é isso, só que um pouco mais divertido.

Quarta-feira, Junho 04, 2008

Ponto Negativo!!!

Teria sido a ministra Dilma Roussef inspiração na criação da Professora Cudi?

Sexta-feira, Maio 30, 2008

We are Lost - Lost é do caralho!

(A sardentinha mais linda do mundo!)

E é hoje o grande dia para todos os Nerds e afins... O final da 4º temporada de Lost.
Sem querer dar uma de fã chato, mas Lost é uma daquelas séries que com certeza irá marcar época.
Assim como foi Star Trek, Barrados no Baile, Anjos da Lei, entre outros... Lost será sempre cult.
Uma série que no começo todos pensavam que seria apenas uma história fantástica sobre sobreviventes de um acidente aéreo, se mostrou uma série complexa, interessante e apaixonante.

Além do drama, suspense, humor e mistérios da série, ainda couberam uma dezena de teorias de física. Nada é por acaso.

Para quem quiser acompanhar as notícias e entrevistas sobre a série e seus personagens e atores, uma ótima dica é o blog Dude we are Lost.

Mas se você é uma pessoa assim como eu, que gosta de supresas, fique atento aos spoilers. Mas pode ficar tranqüilo que é tudo muito organizado por lá e você não vai ler nada sem querer.

Bem... Eu já comprei minha caixinha de bis, Doritos e uma coca-cola de 1Litro... Agora é só aguardar (ansiosamente é claro) você sabe pelo o quê. (Olha a federal aí gente!!!)

Quinta-feira, Maio 29, 2008

Firefox rules

FireFox atualmente é de longe o melhor navegador que existe. E não é preciso ser gênio para perceber isso. E os motivos do Internet Explorer “ainda” ser o navegador mais usado, todo mundo já sabe.

E pensando em reverter esse quadro, eis que a Fundação Mozilla teve a brilhante idéia de criar o Download day para marcar o lançamento do Firefox 3.

O objetivo é entrar para o Guinness como o software mais baixado do mundo em um período de 24 horas.

Para quem se interessou basta seguir este link e fazer seu cadastro de 5 segundos, colocando seu país e endereço de e-mail e aguardar pelo grande dia!

Eu já fiz o meu!


Domingo, Maio 25, 2008

PC - TV (Peixe-Cuzeiro TV)

Folha de São Paulo, na coluna da jornalista Mônica Bergamo.
Polícia Federal está prestes à deflagrar uma nova caça aos responsáveis pelos sites de legendas.


Vou dizer uma coisa... Isso é que dá morar em um país desenvolvido como o nosso.
Onde não há criminalidade e nem corrupção.
Trafico de drogas...? O que é isso?
Então a nossa Policia Federal - para não acabar sendo dissolvida por falta de serviço - precisa achar algo com o que se ocupar.
Como é chato viver num país tão perfeito...

PS.: Um ano de atraso nas séries (no meu caso que sou pobre e tenho que aguardar pela série na TV aberta) e ficar esperando até uma hora da manhã para assistir a minha série favorita?
Ahhhhhhh Vai se fuder!

Quinta-feira, Maio 22, 2008

Histórias ao quadrado

No intervalo entre um post sem-noção e um de putaria, resolvi escrever algumas resenhas ou simplesmente dar algumas dicas de HQ (que é algo do qual eu realmente gosto, além das putarias é claro).

E para quem está crescidinho e cansado de ler revistas de super-herói, vou adiantando que irei focar mais nas revistas adultas.

Sem muito alarde, começarei com uma diga de revista. Antes, deixa eu colocar o endereço de um Blog de scans do qual eu faço muitos downloads que é o Hq Vertigem.

Nesse Blog você irá encontrar as principais revistas do selo Vertigem e revistas com temas adultos de outras editoras também.


The Exterminators #1


(O Mundo é dos insetos, nós apenas vivemos nele!)

Sabe aquelas histórias que você começa a ler e logo de início... Nas primeiras linhas mesmo, você vê que a coisa é boa? Então... The Exterminators é assim.

O enredo principal mostra o primeiro dia de um ex-presidiário (Henry) em seu novo emprego em uma empresa de detetização (Bug-Bee_gone).

Junto dele temos Aj, um psicótico-maníaco-tarado-depressivo, que tem a tarefa de ensinar-lhe os ofícios de seu novo emprego.

Nas outras 3 pequenas histórias que completam a Hq temos a história de uma mãe que passa dificuldades junto ao seu filho.

Um problema com baratas que desenvolvem genes mutantes (inofensivo até então).

E um drama envolvendo o dono da empresa de detetização e sua esposa (mãe de Henry).

Para quem gosta de uma história com ótimo argumento (Simon Oliver) e ótimos desenhos (Tony Moore), taí uma dica de leitura.

Fora que também rola algumas bizarrices e o humor-afro-descendente é perfeito.

Para quem já sabe os esquemas dos leitores de scans, aqui está o link da revista.

Ou senão é só dar um pulo no Blog Hq Vertigem e pegar lá o CDysplay, que é um leitor de scans.

Até a Próxima!

Quarta-feira, Abril 23, 2008

As achocolatadas vêm aí!

Até quem não é chocólatra vai gostar!
(E tem gente que não gosta)



Vídeo de apenas 30 segundos.
Realização: Extraordinário Ordinário BloGGer e Peixe-Cuzeiro.

Sábado, Abril 19, 2008

Mulheres nos quadrinhos (parte3)

Acho que eu deveria mudar o título dessas duas últimas postagens para:
As mulheres de Murdock.
Uma das discussões entre os leitores de hq’s (além das já conhecidas, quem é mais rápido ou quem é o mais forte) é qual das duas, Karen Page ou Elektra, foi a mulher da vida de Murdock.
Cada um tem sua opinião e entrar em um consenso é realmente bastante difícil.
Ambas tiveram clássicos escritos nas mãos do mestre Frank Miller.
As duas morreram nos braços de Murdock, causando-lhe traumas insuperáveis.
E esses acontecimentos ainda são ganchos para histórias escritas ainda hoje em dia por novos escritores na revista do Demolidor.
Gosto de dois momentos da personagem Karen Page.
O primeiro é de como ela foi retratada em A Queda de Murdock.
Não lembrava nem um pouco a ex-secretária inocente que queria fazer fama em Hollywood. Nesse arco de história ela era uma ex-atriz pornô viciada em heroína e se encontrava no fundo do poço.



O segundo momento foi a história escrita por Jeph Loab e desenha por Tim Sale, Demolidor:Amarelo.
A história é sobre a falta que Karen faz a Matt Murdock.
Entre flash-backs, Matt Murdock aconselhado pelo seu amigo Foggy, resolve escrever uma carta-desabafo para sua amada já morta.
Confesso que, embora sendo uma história de super-herói e ainda por cima da Marvel, essa foi uma das histórias mais bonitas e bem escritas que já li.
Depois que li essa mini-série não tive mais dúvida sobre quem realmente foi o grande amor da vida do Demolidor.



Diferente da Elektra, eu achei a morte de Karen totalmente sem sentido.
A história inventada da AIDS, as coisas ditas a ela por Matt Murdock (drogado) antes dela morrer. Não diria que foi triste. Foi pra baixo mesmo.
E apesar de ser fã dos filmes de Kevin Smith, achei que ele apelou e cagou no pau feio.
Vai aprender primeiro a cumprir prazos Sr. Smith, para depois poder escrever, e quem sabe ser considerado um quadrinista de verdade.

Quarta-feira, Abril 16, 2008

Mulheres nos quadrinhos (parte2)

Elektra Natchios

Para as pessoas que assistiram aquela porcaria de filme esse nome talvez não faça nenhum sentido.
Até porque os irresponsáveis por aquilo deveriam tomar uma surra de gato morto até fazer o gato miar.
Para os mais íntimos da ninja assassina, fica o consolo de assistir à Kill Bill e imaginar tudo o que poderia ter sido o filme da Elektra e que, da forma mais estúpida, foi jogado no lixo.
Mas vamos falar sobre a Elektra de verdade... Que é a Elektra dos quadrinhos.Vamos falar sobre seu criador Frank Miller e colaborador Bill Sienkiewicz... Porque depois deles não veio mais nada que preste.

Ok... Brian Bendis mandou muito bem (em sua passagem pelo título do Demolidor onde a Elektra deu as caras). PERAÍ PERAÍ. Vamos deixar essa frase no passado, pois (confesso não estar totalmente a par das informações) parece que agora a Elektra é uma Skrull e será assassinada. E que muitos outros heróis também podem ser Skrulls. E que o responsável por isso tudo é BRIAN BENDIS!!!



Confesso que já não sou mais um leitor assíduo da Marvel por essas e outras. Dali eu tiro somente Demolidor, Supremos e algumas poucas e raras minisséries. Só espero que Bendis não decepcione com essa história de invasão skrull. Quem sabe ele não está fazendo isso para consertar umas das maiores cagadas da Marvel, que foi trazer de volta a vida uma das personagens mais carismática, misteriosa e completa dos quadrinhos.


Quer ler as melhores histórias da Elektra? Então Vamos lá.

Demolidor. É aqui onde estão as minhas histórias favoritas onde a Elektra aparece. Frank Miller ainda no começo e com todo o gás. Onde ele preparou o terreno para as próximas revistas que vêm a seguir..(E também Batman: O Cavaleiro das Trevas, A Queda de Murdock, Batman: Ano Um, Os 300 de Esparta... E por aí vai!)


Elektra Assassina é uma daquelas histórias que você tem que ler de tempos em tempos, pois é uma história bem louca com personagens coadjuvantes bem loucos e que no final você fica viajando mas achando aquilo tudo muito foda!




Elektra Vive é mais uma história sobre a mente (sempre) perturbada de Matt Murdock. Frank Miller pegou claramente um gancho de suas histórias no título mensal de Demolidor.



Seria Brian Bendis um Skrull???
Não não... Bendis é sangue bom. É de confiança!
Mas já o Quesada... Hummm, não sei não.

Segunda-feira, Abril 14, 2008

Mulheres nos quadrinhos

Madrugada e ainda acordado (Coca-cola demais...). Resolvendo alguns problemas com o registro de domínio que fiz para o blog.
E do nada eis que me surge uma idéia.
Fazer um top 10 sobre as mulheres nos quadrinhos.
Fazer naquele mesmo esquema. Imagem e uma breve descrição de cada personagem. Já tinha até escrito no papel o nome de algumas.
Mas resolvi focar meus comentários em somente uma personagem. Essa que, ao me deparar com várias de suas imagens na internet me fez sentir certa nostalgia.
Estou falando de... Druuna.

Quadrinho criado por Paolo Serpieri e por muitas vezes intitulada (erroneamente) como pornô, é na verdade uma revista de ficção científica.
E muito boa, diga-se de passagem.
A revista é uma espécie de Alien (o filme), mas a diferença é que a Druuna é mais, digamos, interessante.
Confesso que, quando fui ler pela primeira vez Druuna, pensei que iria ver somente cenas de sexo e pouco conteúdo (era até o que, como adolescente, eu esperava), mas na verdade, para minha agradável surpresa, foi o contrário.


Existem algumas histórias sobre como Paolo Serpieri teria se inspirado na criação de Druuna.
Uma delas é que o autor estava numa praia da Espanha e viu uma mulher de biquíni com um tipo físico diferente das mulheres européias e descobriu ser uma brasileira.
Uma outra versão é que a Druuna seria a sósia de uma modelo brasileira, que posou na época para Playboy brasileira e teve fotos públicas na mesma revista na Itália.
Essa foi a primeira (e curta)
parte de Mulheres nos quadrinhos (... uma vez que cada imagem desse post vale mais que mil palavras).
A próxima parte será sobre alguma personagem do mainstream dos quadrinhos, mas pode ir tirando o cavalinho da chuva se pensa que vou falar de alguma personagem dos x-men.


Ah sim... E para finalizar deixo essa última imagem retirada de uma de suas histórias. (a qual eu ainda não tive o prazer de ler).
Agora fala a verdade... Ela não ficou ainda mais sexy (se é que isso é possível) falando em francês?

Sábado, Abril 05, 2008

Coisas (imbecis) do Orkú

Até eu aderir ao Orkú foi uma luta... Ainda hoje eu penso em excluir (pela segunda vez) minha conta, para nunca mais fazer outra. Mas aí eu penso o motivo por eu ter refeito meu perfil... As comunidades.

Mas não estou falando daquelas comunidades bizarras, e sim daquelas que disponibilizam links para baixar programas, musicas e filmes.

Nesse segundo perfil eu prometi a mim mesmo que não iria adicionar... Ou melhor “add” ninguém (putz... Isso é gay demais!), mas sabe como é né? Um amigo aqui, outra amiga (gostosinha ) acolá e de repente você já tem um monte de pessoas bisbilhotando sua vida (se bem que eu não a exponho tanto assim).

Conheço muitos casos de pessoas que se fuderam com o tal do Orkú. O mais comum é o fim de namoro por causa dos famigerados scraps.

Mas eu estou escrevendo isso por um motivo. Semanas atrás eu assisti ao 15 minutos na MTV, e adivinha qual foi o tema?

Isso... Orkú.

Prestem atenção as observações do apresentador Marcelo Adnet e dêem boas risadas.

(Eu também sempre tive curiosidade de saber o significado das fotos em que os retardados tiram com a lingüinha para fora e de lado).